O guitarrista
e vocalista do KISS,
Paul Stanley fez uma abordagem
para seis faixas do próximo álbum da banda, ‘Monster’,
que ele mesmo está produzindo, para edição de fevereiro de 2012 da
revista inglesa CLASSIC
ROCK
“Eu não estava interessado em fazer
um disco a menos que eu estivesse no controle e ninguém concordasse
com isso pela metade”, diz Stanley. “A banda está toda
lá, o tempo todo, e gravamos as faixas todos olhando um pra cara do
outro na mesma sala. Química e camaradagem, isso é essencial. É
isso que fez ‘Sonic Boom’ (2009) tão bom, e esse disco
é monstruosamente melhor”.
“It’s A Long Way
Down”
Stanley: “Fala dos que chegam às
alturas e não lidam bem com a queda – é uma baita descida do
topo. É uma faixa determinante no sentido de que é bem rápida e
muito característica. A bateria de Eric (Singer) nela é
incrível”.
“Back To The Stone
Age”
Stanley: “Uma que Gene «Simmons»
canta. É exatamente o que você espera pelo título. Eu venho de uma
escola onde você escreve uma estrofe, uma bridge, um refrão, e daí
volta. Isso está no meu sangue. Está na Motown, está nos Beatles,
está no Led Zeppelin, está no The Who, em todas as minhas bandas
favoritas”.
“Shout
Mercy”
Stanley: “Essa é uma ótima faixa.
Há muitas faixas que poderiam abrir o álbum, e essa é uma delas. Eu
gosto de pensar que a música de abertura é uma declaração do que o
álbum se trata, seja ‘Love Gun’ ou ‘Detroit Rock
City’. É importante começar com uma faixa que defina o que
você vai achar ali”.
“Out Of This
World”
Stanley: “Essa é de Tommy (Thayer,
guitarrista). Ele foi além dos limites. Ele toca fenomenalmente.
Essa tem o tipo de empolgação que eu curto ouvir quando você não
sabe muito bem se tudo vai dar em merda ou não. É isso que faz um
grande rock n’ roll”.
“Wall Of
Sound”
Stanley: “Não estamos tentando
recriar a roda; somos melhores quando não pensamos muito. Não é o
Cubo Mágico, é uma música, entende? Essa é absolutamente,
imediatamente reconhecível e identificável e verdadeira ao KISS. Eu
vendo a banda para evitar que saiamos do foco ou da atenção que se
quebra por coisas que rolam a nosso
redor”.
“Hell Or
Hallelujah”
Stanley: “Outra das mais rápidas, e
muito certeira. È o que eu acho que seja tão bom sobre esse álbum:
toda faixa é necessária. Ninguém faz isso melhor – e muitos
tentaram. Quando a gente acerta o alvo, a gente pega na veia.
Gravamos 14 faixas. Quantas usaremos ou não será interessante, mas
não tem tapa-buracos aqui”
Stanley disse que o Kiss ia terminar de
trabalhar em ‘Monster’ essa semana. Na quarta-feira «4
de janeiro», Stanley fez uma atualização sobre o disco – que
é o primeiro de estúdio deles desde ‘Sonic Boom’ de
2009 – dizendo, “Estamos a dois dias de acabarmos esse
álbum. É maravilhoso… disparado a melhor coisa que fizemos
em não sei quanto tempo. Eu já disse isso ante? Sim! Eu estava
certo? Sim! E estou certo essa vez de novo! Na real, esse disco
bota pra foder e estamos muito, muito orgulhosos
dele.”
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